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CAFÉ DO BRASIL

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Conversational Leadership article in Portuguese

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Lideranca pela Consciencia

Started by Skye Riquelme. Last reply by Flavio Mesquita da Silva Sep 25, 2011. 2 Replies

Encontrar Juanita e David amanhã as 2 da tarde: endereço

Started by Beatriz Vera Pozzi Redko. Last reply by Beatriz Vera Pozzi Redko Feb 3, 2011. 2 Replies

Congratulações

Started by Corina Castro e Silva. Last reply by Eduardo Magalhaes Sarmento Afons Jan 29, 2011. 5 Replies

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Comment by Flavio Mesquita da Silva on October 14, 2011 at 7:42pm

Bem vinda a nossa tribo amantes do diálogo. Conte um pouco mais de sua origem e interesses. 

Um abraço.

Flavio

Comment by Andrea V. Zabala on October 14, 2011 at 9:44am
Ola a todos ! sou novinha no WC :-) um dos primeiros grupos que achei foi "Cafe do Brasil" e aqui estou. Ja aprenderei como interatuar com voces. Por enquanto adoro praticar meu portugues que tenho meio esquecido, sou Argentina ;-) ate mais !
Comment by Flavio Mesquita da Silva on September 25, 2011 at 3:23pm

Olá Rosani,

Pelo visto moramos em 2 extremos do País. Você em Caxias do Sul e eu em Fortaleza. Espero poder conhecer mais de sua atuação com o Café Mundial e, quem sabe, colaborar em algum momento.

Eu e minha esposa, Marlucia, temos nos dedicado a um projeto de grande abrangência no Ceará, assim como a trabalhos com grandes grupos.

Até breve.

Flaivo

Comment by juanita brown on September 24, 2011 at 8:55am

Gracias Rosani, por compartir....y bienvenidos!

Con carino,

Juanita

Comment by Rosani Coelho on September 24, 2011 at 7:56am

Bom dia à todos!

 

Gostaria de me apresentar ao grupo e compartilhar com vocês algumas experiências com o world café. Venho aplicando-o desde 2009, seja para planejamento estratégico, clima organizacional, melhores práticas de empresas e tantos outros temas, com diversos públicos e o resultado é fantástico, além de ser maravilhoso ver as reações provocadas, as descobertas, as idéias que surgem de um conjunto de pessoas, que estão livres para pensar, conversar e partilhar.

 

Vejo aqui muitas contribuições e fico à disposição para trocas de idéias e experiências.

 

Abraços à todos.

Rosani

 

Comment by juanita brown on August 4, 2011 at 8:00am

Yo tambien!!

Juanita

Comment by Patricia Molla on August 4, 2011 at 6:14am

Ho! Eduardo o que você fala es maravilloso y suma muito para a hora de compartilhar com as pessoas e o cliente. Muito obrigada! 

Um grande abraso Patri

E escusas pelo mio português....

Comment by Eduardo Magalhaes Sarmento Afons on August 4, 2011 at 5:54am

Olá amigos do Café do Brasil

 

Tenho viajado bastante e estou com pouco acesso a Internet,mas ainda assim usufruindo da comunidade do World Café, uma vez que Carlos Mota está comigo uma vez mais em viagens por novos territórios, novas culturas e novos desafios.

O que ainda me assombra positivamente é como as pessoas de todas as idades, backgrounds e culturas reagem tão bem ao World Café.

Elas sentem-se sensibilizadas pela simplicidade das conversas e, simultaneamente pela profundidade dos temas e descobertas através da Inteligencia Coletiva presente na sala.

Não há como negar que nossa sociedade (em todos os países pelos quais viajei) tem uma imensa e urgente necessidade de gerar e manter conversações significativas e isto me encanta no World Café.

A liderança conversacional é mais que um método ou uma abordagem, é uma forma de encarar os negócios com alta produtividade e consequente engajamento crescente dos envolvidos.

 

Abraços a todos desde Sorowako - Indonésia.

 

Eduardo Afonso

Comment by Beatriz Vera Pozzi Redko on July 21, 2011 at 1:28pm

Crise econômica e o choque de gerações

O que ocorre é que os futuros adultos pagarão as contas das extravagâncias dos pais

21 de julho de 2011 | 0h 00

 
Thomas L. Friedman, The New York Times - O Estado de S.Paulo

Na realidade, eu deveria estar em Washington, observando o drama da dívida americana, mas optei por ficar na Grécia, para ver a sua versão "off-Broadway". Vários pontos referentes a esta tragédia global do endividamento podem ser analisados melhor daqui, embora em escala menor, a começar por seu enredo puro e simples, que ninguém descreveu melhor do que o acadêmico David Rothkopf, da Carnegie Endowment: "Quando a Guerra Fria acabou, achamos que haveria um choque de civilizações. Ocorre que, agora, está havendo um choque de gerações".

 

De fato, se temos a percepção de que as crises da Europa e dos Estados Unidos se assemelham é por causa da profunda sensação de que os "baby boomers têm-se comportado mal" - no sentido de que a geração que chegou à idade adulta nos últimos 50 anos, a minha geração, será lembrada em grande parte pela incrível generosidade e liberdade que recebeu dos pais e pelo incrível ônus da dívida e pelas dificuldades que deixa para seus filhos.

Não surpreende que os jovens gregos tenham reagido com tanta violência quando seu vice-primeiro-ministro, Theodoros Pangalos, referindo-se a todos os empréstimos e subsídios da União Europeia que alimentaram a orgia de gastos grega, depois de 1981, disse: "Todos nós nos fartamos" - querendo dizer, o povo e os políticos. Isto se aplica à geração grega nascida depois da 2.ª Guerra, hoje nos seus 50 e 60 anos.

Mas os que se tornam adultos hoje jamais chegarão a experimentar nem um bocado: eles receberão a conta. E estão muito conscientes disso.

Protestos. É o que se constata caminhando pela Praça Syntagma no centro de Atenas, onde os jovens agora se reúnem todas as noites para debater a crise e deixar registrado seu protesto contra o futuro que lhes está sendo imposto. As fachadas dos bancos ao redor da praça foram desfiguradas, e há duas bandeiras que se agitam no vento. Uma diz: "Funcionário do Ano do FMI" e tem a imagem do primeiro-ministro George Papandreou. A outra: "Funcionário do Ano da Goldman Sachs", com imagem do ex-ministro das Finanças George Papaconstantinou. (E estes são os bonzinhos, que procuram resolver o problema.)

Nas proximidades, há a imagem de uma criancinha, e diz: "Pai, de que lado você estava quando eles venderam nosso país?" E outras mais diretas: "Deixe a ira falar", "Guerra de classes, não guerra nacional", e, finalmente: "Vida, não apenas sobrevivência" - uma mensagem que é mais uma premonição sobre como será a próxima década para os jovens gregos.

Fiquei impressionado com a grande semelhança entre o que ouvi na Praça Tahrir, no Cairo, em fevereiro, e o que se ouve hoje na Praça Syntagma.

A palavra "justiça" é mais ouvida do que "liberdade". É que os cidadãos de ambos os países têm a profunda sensação de que foram roubados, a percepção de que, na última década, no Egito e na Grécia o capitalismo se revelou em sua pior deformação: fraudes, corrupção, favorecimento, que deixaram algumas pessoas fantasticamente ricas apenas por estar próximas do poder.

Por isso há urgência, não apenas de liberdade, mas de justiça. Ou, como diz Rothkopf: "Não apenas de responsabilidade, mas também de que as autoridades respondam pelos próprios atos".

"Ninguém faz piadas sobre a crise", comentou o romancista grego Christos Chomenidis. "Todo mundo está irritado. Parece que todos estão contra todos. Se a situação econômica se agravar cada vez mais, tenho medo do que poderá acontecer". Um dia desses, os taxistas gregos que estavam em greve tentaram abrir caminho à força até o gabinete do ministro da Infraestrutura - e ali descobriram que já estava tomado pelos próprios funcionários do ministério em greve.

Semelhança. Esta é mais uma das semelhanças entre a Grécia e os Estados Unidos: a impossibilidade de resolver as coisas básicas; o fato de os políticos da geração do "baby boom" não estarem talvez preparados para resolver problemas desta magnitude na era do Twitter. Há Eric Cantor em toda parte - políticos temerários nascidos depois da 2.ª Guerra para os quais nunca as crises são profundas a ponto de fazer com que eles abram mão da ambição política e da ideologia.

Mas a China está alerta: ela compra continuamente títulos espanhóis, portugueses e gregos para ajudar a estabilizar estes mercados de exportação chineses. "Vivemos em tempos muito delicados, e nós assumimos um papel positivo", disse em janeiro Yi Gang, vice-presidente do Banco Popular da China, ao jornal britânico The Guardian.

Este é o papel que cabia antes aos Estados Unidos, que agora não o podem mais exercer. Os que acham que, se esta crise econômica se prolongar, não acelerará também um deslocamento do poder global, nunca ouviram falar da regra de ouro: Quem tem ouro, dita as regras.

"Estamos acostumados a ver os americanos estabelecendo as regras para a Europa e liderando", disse Vassilis T. Karatzas, um gestor de fundos grego. "Mas o que acontecerá se ambos estivermos no mesmo barco?" O que acontece é que tanto os sonhos americanos quanto os europeus dependem de um futuro incerto. Ou todos nós adotamos modelos de crescimento mais sustentáveis para nossas nações - que exigirão cortes, impostos e investimentos no futuro - ou olharemos para um mundo no qual as democracias se voltarão contra si mesmas, lutando cada vez por bolos menores, enquanto a China terá cada vez mais autoridade para estabelecer o tamanho das fatias do bolo. / TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA

 

É COLUNISTA, ESCRITOR E GANHADOR DO PRÊMIO PULITZER


 
Comment by maria helena m. sarmento afonso on July 20, 2011 at 6:48am

 

A ideia do World Café é justamente essa de integração e troca de experiências. Por isso sua ajuda foi tão bem vinda e apreciada. Todos nós temos algo para contribuir embora hoje em dia estejamos todos tão sobrecarregados de responsabilidades e ocupações na nossa vida diária. Qualquer comentário será sempre apreciado e poderá ajudar a dirimir algumas dúvidas que possamos ter ou sugestões sobre novos modos de atuarmos na nossa vida empresarial.

Temos que manter o World Café especial!

Beijos

 

Maria Helena

 

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